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Igor Paixão priorizou permanência no Marseille apesar de

Igor Paixão decidiu ficar no Olympique de Marseille mesmo com propostas da Premier League. Confira os detalhes sobre a permanência do atacante.

A permanência de Igor Paixão no Olympique de Marseille não foi fruto de uma imposição, mas sim de uma escolha consciente do próprio atleta. Segundo seus representantes, o jogador brasileiro recebeu sondagens e propostas para deixar a França, mas sua prioridade sempre foi dar continuidade ao trabalho no clube francês.

A investida mais significativa veio do Sunderland, equipe da Inglaterra que buscou a contratação do atacante. O clube da Premier League chegou a tratar a negociação como prioridade, apresentando uma oferta formal ao Marseille. Contudo, a diretoria do OM recusou os valores, decisão que não gerou qualquer atrito com o jogador.

Igor Paixão e a permanência no Marseille

O estafe do atleta esclareceu ao portal "Top Mercato" que o clima nos bastidores é de total tranquilidade. "Igor está muito feliz em Marseille. A relação dele com a dupla Genesio-Lorenzi é muito boa", afirmaram os agentes. Portanto, o desejo de seguir no elenco francês alinhava-se perfeitamente com a postura do clube.

Essa posição oficial ajuda a esclarecer especulações surgidas após o fechamento da janela de transferências. O técnico Bruno Genesio havia declarado publicamente que esperava que o atacante não estivesse frustrado com a negativa da transferência. Contudo, os representantes garantem que o atleta desejava, de fato, permanecer.

O contrato de Igor Paixão com o clube vai até junho de 2030. Os agentes reforçam que futuras movimentações dependerão de um consenso entre as partes. Entre os pontos destacados pelo estafe, estão:

A recusa do Marseille à proposta do Sunderland foi aceita com naturalidade pelo jogador. O atacante mantém o foco total no projeto esportivo atual. Qualquer negociação futura precisará atender aos interesses do clube e do atleta. Além disso, o cenário ajuda a contextualizar declarações anteriores do jogador sobre o sonho de atuar na Premier League ou defender o Flamengo. Tais desejos, segundo seu estafe, não significavam uma tentativa de forçar uma saída imediata. Para conferir mais sobre o mercado da bola, acesse a nossa categoria de esportes.

Agora, o desafio de Paixão é dentro das quatro linhas. Após marcar 12 gols e distribuir sete assistências em 42 jogos na temporada passada, o brasileiro enfrenta um início de ciclo mais contido. Sem participações diretas em gols nos cinco primeiros jogos oficiais, ele carrega a responsabilidade de ser a contratação mais cara da história do clube.

A saída de nomes como Aubameyang e Mason Greenwood aumentou a pressão sobre o brasileiro. O estafe reconhece que a expectativa é alta, mas garante que o jogador está consciente de seu papel. Por enquanto, não existem novas propostas na mesa, e o foco permanece exclusivamente no desempenho dentro de campo.

Fonte: trivela.com.br