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Operação Abafa Amazônia II aplica R$ 86,8 milhões em multas

O Governo de Mato Grosso aplicou R$ 86,8 milhões em multas na Operação Abafa Amazônia II. Confira agora os detalhes do combate ao desmatamento ilegal.

A Operação Abafa Amazônia II , iniciativa do Governo de Mato Grosso, resultou na aplicação de R$ 86,8 milhões em multas por infrações ambientais. A ação foi encerrada oficialmente neste sábado (17.10), após um período intensivo de fiscalização no noroeste do estado.

Durante os 13 dias de atividades, as equipes percorreram uma área total de 10.397,08 hectares. O foco principal da operação concentrou-se nos municípios de Aripuanã e Colniza, com ênfase especial na região do Distrito de Guariba.

Resultados da Operação Abafa Amazônia II

Além disso, Além das sanções financeiras, a força-tarefa obteve resultados práticos no combate à criminalidade na região. As autoridades conseguiram apreender três armas de fogo e diversas munições durante as diligências realizadas em campo.

O objetivo central da mobilização foi coibir atividades ilícitas que degradam o meio ambiente. Entre as principais frentes de atuação, destacam-se:

Combate rigoroso ao desmatamento ilegal; Fiscalização contra a exploração florestal irregular; Repressão ao uso indevido do fogo; Desarticulação de ocupações clandestinas em áreas protegidas. Portanto, A operação foi marcada pela integração entre diversos órgãos estaduais e federais. A coordenação ficou a cargo do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), contando com o apoio estratégico de várias instituições.

Participaram da ação a Polícia Militar de Proteção Ambiental (PMPA), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema/PJC-MT) e a Politec. Além disso, o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), a Força Nacional de Segurança Pública e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) integraram o efetivo.

Segundo o tenente-coronel BM Heitor Alves de Souza, comandante do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), a seleção dos alvos seguiu critérios técnicos. O planejamento baseou-se em geomonitoramento e denúncias sobre possíveis irregularidades na localidade.

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontaram uma alta concentração de focos de calor na região noroeste. Esse cenário persistiu mesmo com a vigência do período proibitivo do uso do fogo, que teve início em julho.

Diante desse quadro, a integração entre os órgãos tornou-se fundamental para intensificar a presença estatal. Para conferir outras últimas notícias sobre o tema, acompanhe nossa cobertura completa na categoria de meio ambiente.

Fonte: midianews.com.br