Operação Cathedra: Vereador Kleberton Feitoza é alvo de
O vereador Kleberton Feitoza foi alvo de busca e apreensão no HMC durante a Operação Cathedra. Entenda os detalhes da investigação. Confira agora.
A Operação Cathedra , deflagrada na última terça-feira (20), teve como um de seus alvos o vereador Kleberton Feitoza (PSB). O parlamentar foi alvo de um mandado de busca e apreensão cumprido pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) dentro do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde ele se encontra internado devido a um acidente com queimaduras.
Detalhes da Operação Cathedra no HMC
Inicialmente, a Justiça tratou o endereço do vereador como itinerante. Contudo, os investigadores do Gaeco identificaram que ele estava hospitalizado no HMC. Temendo que o parlamentar utilizasse seu aparelho celular durante o período de internação, o órgão solicitou uma complementação da decisão judicial.
O juiz Cássio Leite de Barros Neto autorizou a diligência específica na enfermaria ou recinto hospitalar onde Feitoza estava alocado. O objetivo central da ação era a apreensão do dispositivo móvel do investigado. Até o momento, não foi confirmado se o aparelho foi efetivamente recolhido pelos agentes.
As investigações da Operação Cathedra apuram uma série de condutas ilícitas envolvendo parlamentares de Várzea Grande e Cuiabá. Entre os pontos centrais da apuração, destacam-se:
Suspeitas de corrupção e ameaças entre agentes políticos. Negociações indevidas para obtenção de apoio em disputas legislativas. Possível atuação de organização criminosa no comando da Câmara de Várzea Grande. O inquérito aponta que o vereador Feitoza teria utilizado gravações feitas sem o consentimento de terceiros para pressionar outros parlamentares. Essas ações estariam diretamente ligadas às disputas pelo comando da Câmara Municipal de Várzea Grande. Além disso, a vereadora Rosi Prado registrou um boletim de ocorrência relatando ameaças relacionadas à divulgação de materiais audiovisuais.
A Justiça também concedeu autorização para a extração e análise de dados dos dispositivos eletrônicos apreendidos durante a operação. Essa medida inclui a verificação de informações armazenadas em serviços de nuvem, visando aprofundar as provas contra os envolvidos.
É importante ressaltar que, até o presente momento, o vereador e os demais alvos da operação são apenas investigados. Não houve, portanto, qualquer condenação pelos fatos apurados pelo Gaeco. Para acompanhar o desdobramento deste caso e outras últimas notícias , continue acompanhando nossa cobertura na categoria de política.
Fonte: midianews.com.br